terça-feira, 17 de abril de 2012

INICIAÇÃO

Dia 24 de março de 2012 foi o dia da iniciação conjunto efetuada pelas lojas simbólicas União e Sabedoria nº 90 e  Marques de Abrantes.Parabéns aos iniciados e as lojas pela belíssima iniciação .
Seguem abaixo as fotos:

                                                                              Aliomar
                                                                            Aliomar
                                                                                   Joais
                                                                                Pascoal

                                                                                 Luciano
                                                                              Pascoal
                                                                             Vinicius
                                                                              Vinicius
                                                                        Luciano


Exaltação dos novos Mestres da nossa loja

Como todos já sabem na ultima 3ª feira dia 10 de abril foi realizada cerimônia  em Sessão Magna a exaltação dos novos mestres da União e Sabedoria nº90 Oriente de Lauro de Freitas, os trabalhos foram dirigidos pelo V:.M:. Robson Cerqueira com a presença do Delegado distrital Ir:. Couto com a colaboração do Veneral de Honra Paulo Sampaio e auxiliados pelo quadro de mestres da loja.


São eles por ordem alfabética M:.M:.Elízio Teles, M:.M:. Flávio Minghini, M:.Jaime Grimaldi, M:.M:.Paulo Homero, M:.M:.Sérgio Nadyer, M:.M:.Tito Fortes.


Essa cerimônia deve servir de incentivo a todos os aprenizes e companheiros que um dia também serão exaltados...


<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<Parabéns a todos >>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>


quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

7 De Setembro

Independência do Brasil





Dom Pedro I - Grão Mestre do GOB


Deodoro da Fonseca - Grão Mestre do GOB


Duque de Caxias - Grão Mestre Honorário do GOB
A Independência foi feita por muitos, nem todos eles eram maçons, mas certamente a ordem maçônica contribuiu de maneira intensa e de forma muito qualitativa para a formação do quadro daqueles que levaram a contento este importante feito.
À frente do movimento, agindo de maneira enérgica e participativa, achavam-se muitos Pedreiros Livres de primeira hora, são citados frequentemente nos livros de história os nomes de José Clemente Pereira, Cônego Januário da Cunha Barbosa, José Joaquim da Rocha, Padre Belchior Pinheiro de Oliveira, Felisberto Caldeira Brant, o Bispo Silva Coutinho Jacinto Furtado de Mendonça, Martim Francisco, Monsenhor Muniz Tavares, Evaristo da Veiga dentre muitos outros.
No entanto, estes nomes mencionados não incluem os daqueles que foram realmente os grandes arquitetos do Sete de Setembro. Estes são dois e respondiam por Joaquim Gonçalves Ledo e José Bonifácio de Andrada e Silva.


Estes dois homens lideraram os maçons divergindo principalmente com relação à forma como a Independência deveria ser conduzida. Havia, sem sombra de dúvida, uma luta ideológica entre os grupos de José Bonifácio e de Ledo. Enquanto o primeiro defendia a independência dentro de uma união brasílico-lusa perfeitamente exequível o segundo pretendia o rompimento total com a metrópole portuguesa, o que poderia tornar difícil atransição para país independente. E essa luta não era limitada, evidentemente, às paredes das lojas maçônicas, assumindo caráter público e se estendendo, inclusive, através da imprensa.
Embora ambos os grupos sempre tenha trabalhado pelo objetivo principal, a disputa entre eles persistiu por tão período longo que, após a Independência, face aos conflitos, D. Pedro mandou, como Grão Mestre e como imperador, que o Grande Oriente fosse fechado. Só em 1831 é que a Maçonaria renasceria no país depois da abdicação de D. Pedro através de dois grandes troncos: o Grande Oriente Brasileiro, que desapareceria cerca de trinta anos depois e o Grande Oriente do Brasil. Passamos agora a um breve relato biográfico destes dois grandes maçons:
[editar]Joaquim Gonçalves Ledo



Joaquim Gonçalves Ledo. São Paulo.
Gonçalves Ledo nasceu no Rio de Janeiro em 11 de dezembro de 1781. Em 1795, foi para Portugal, onde ingressou na Universidade de Coimbra para estudar Direito. Com a morte do pai, interrompeu o curso, retornando ao Brasil em 1808. Liberal e constitucionalista, sonhava com a libertação do Brasil, nos moldes dos princípios adotados pela Revolução Francesa. Aqui no Brasil continuou a estudar, tendo desenvolvido seus conhecimentos na ciência jurídica a tal ponto que chegou a ser advogado de sucesso. Era orador vibrante e eloquente. Teve atuação firme, destemida e inteligente na condução e envolvimento da Maçonaria na preparação e consecução da Independência.
Alguns fatos de destaque em sua vida
Juntamente com o Padre Januário da Cunha Barbosa, um mês após a reabertura da Loja Comércio e Artes, fundou o jornal "Revérbero Constitucional Fluminense" para divulgar as ideias liberais e libertárias. Foi este o órgão doutrinário da Independência brasileira;
Quando da fundação do Grande Oriente Brasiliano foi eleito por aclamação Primeiro Grande Vigilante, juntamente, com o Grão-Mestre, José Bonifácio de Andrada e Silva;
Em conjunto com José Bonifácio e seus irmãos Antônio Carlos e Martim Francisco, todos maçons e amigos de D.Pedro, foram os principais articuladores do ingresso deste na Maçonaria;
Em 20 de maio de 1822 dirigiu ao Príncipe a seguinte exortação: "Quando uma nação muda seu modo de existir e pensar, não pode, nem deve tornar a ser governada como era antes da mudança. O Brasil, elevado à categoria de reino, reconhecido por todas as potências (…), tem inquestionável jus a reempossar-se da porção de soberania que lhe compete, porque o estabelecimento da ordem constitucional é um negócio privativo de cada povo. "A natureza não formou satélites maiores que os seus planetas. A América deve pertencer à América, a Europa àEuropa; porque não debalde o Grande Arquiteto do Universo meteu entre elas espaço imenso que as separa. O momento para estabelecer-se um perdurável sistema, e ligar todas as partes do nosso grande todo, é este. Desprezá-lo é insultar a Divindade, em cujos decretos ele foi marcado, e por cuja lei apareceu na cadeia do presente. "Tu já conheces os bens e os males que te esperam e à tua prosperidade … Queres? ou não queres? Resolve, Senhor".
No dia 1 de agosto de 1822 envia a D.Pedro o seguinte manifesto: "Não temais as Nações Estrangeiras: a Europa que reconheceu a Independência dos Estados Unidos da América, e ficou neutra na luta das colônias espanholas, não pode deixar de reconhecer a do Brasil, que com tanta justiça e tantos meios, e recursos, procura também entrar na grande família das Nações. Do Amazonas ao Prata não retumbe outro eco, que não seja de Independência. Formem todas as nossas províncias o feixe misterioso, que nenhuma força pode quebrar".
Ignorando o que havia se passado no Ipiranga em 7 de setembro, pois de São Paulo ao Rio gastavam-se cinco dias, o Grande Oriente Brasiliano, em sua 14ª Sessão, realizada no dia 9 de setembro de 1822 (20º dia do 6º mês), e não 20 de agosto, presidida por Joaquim Gonçalves Ledo, aprovou por unanimidade a moção deste que exigia que fosse proclamada nossa Independência.
[editar]José Bonifácio de Andrada e Silva



José Bonifácio, primeiro grão-mestre do Grande Oriente do Brasil
José Bonifácio, como Ministro do Reino, foi a figura principal do Gabinete do Príncipe Regente, D. Pedro. Foi o primeiro brasileiro a ocupar um Ministério. Tinha 59 anos então. Nascido em Santos, foi educado em Coimbra, onde se tornou professor de sua famosa universidade e secretário da Academia de Ciências de Lisboa. Respeitado nos círculos cultos da Europa, havia viajado por quase todos os países do Velho Continente e mantinha relações pessoais com seus mais notáveis cientistas. Era poderosa sua influência sobre o Príncipe D. Pedro e a Princesa Dona Leopoldina.
Embora não fosse tão virulento e manifesto quanto o era Gonçalves Ledo, vários fatos históricos justificam plenamente o título de Patriarca da Independência com o qual Bonifácio é lembrado. Os acontecimentos de 7 de setembro de 1822 foram, comprovadamente, premeditados e conduzidos por José Bonifácio. Em suas Memórias, Antônio de Menezes Vasconcellos Drumond, emissário da Maçonaria nas províncias de Pernambuco e da Bahia relata detalhadamente os acontecimentos que precederam o Grito do Ipiranga e como José Bonifácio os havia conduzido.
Fatos entre os inúmeros que contaram com a participação de José Bonifácio
Foi o primeiro Grão-Mestre do Grande Oriente Brasiliano eleito por aclamação na data de sua fundação;
Foi o propositor da iniciação do Príncipe Regente;
No episódio do Fico, escreve uma vigorosa representação conclamando D.Pedro a permanecer no Brasil. Nesta é possível ler: V. Alteza Real deve ficar no Brasil, quaisquer que sejam os projetos das Cortes Constituintes, não só para o nosso bem geral, mas até para a independência e prosperidade futura do mesmo. Se V. Alteza Real estiver (o que não é crível) deslumbrado pelo indecoroso decreto de 29 de setembro, além de perder para o mundo a dignidade de homem e de príncipe, tornando-se escravo de um pequeno grupo de desorganizadores, terá que responder, perante o céu, pelo rio de sangue que, decerto, vai correr pelo Brasil com a sua ausência....
Assim como Gonçalves Ledo, às vésperas da Independência, Bonifácio encaminha um manifesto a D. Pedro. Neste ressalta sem nenhuma inibição a revolta brasileira contra o que houve de mais opressivo nos três séculos de dominação colonial. Convidava todas as nações amigas do Brasil a continuarem a manter com este as mesmas relações de mútuo interesse e amizade. O Brasil estava pronto a receber os seus ministros e agentes diplomáticos e a enviar-lhes os seus.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Nota de Falecimento



Ficamos todos muito tristes hoje com a notícia do Falecimento do irmão Manoel do Nascimento

(Maninho)

Que o GADU o conduza para o portal do Oriente Eterno e que lá ele possa descansar gozando de muita paz e alegria , pois de modo doce ele já cumpriu com sua parte entre nós e vai deixar saudades...

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Um Grande Sábio




Conta-se que no século passado, um turista americano foi à cidade do
Cairo no Egito, com o objetivo de visitar um famoso sábio. O turista
ficou surpreso ao ver que o sábio morava num quartinho muito simples e
cheio de livros.

As únicas peças de mobília eram uma estante de livros, uma mesa e um banco.

- Onde estão seus móveis? Perguntou o turista.

E o sábio, bem depressa, olhou ao seu redor e perguntou também:

- E onde estão os seus...?

- Os meus?! Surpreendeu-se o turista. Mas estou aqui só de passagem!

- Eu também... - concluiu o sábio.

"A vida na Terra é somente uma passagem... No entanto, alguns vivem
como se fossem ficar aqui eternamente, e esquecem-se de serem
felizes."

"NÃO SOMOS SERES HUMANOS PASSANDO POR UMA EXPERIÊNCIA ESPIRITUAL...
SOMOS SERES ESPIRITUAIS PASSANDO POR UMA EXPERIÊNCIA HUMANA..."

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Entrevista mensal


A partir de Fevereiro será dado início às entrevistas exclusivas , fique de olho você poderá ser um dos entrevistados

COISAS QUE O MAÇOM DEVE SABER



Para os maçons Baphomet sempre foi um calcanhar de aquíles, pois muitas igrejas condenam a maçonaria de adoração ao diabo e injustificadamente rotulam a nossa sociedade de pagã, herege e demoniaca, mas isso não é verdade

A história em torno do Baphomet foi intimamente relacionada com a da Ordem dos Templários, pelo Rei Filipe IV de França e com apoio do Papa Clemente V, ambos com o intuito de desmoralizar a Ordem, pois o primeiro era seu grande devedor e o segundo queria revogar o tratado que isentava os Cavaleiros Templários de pagar taxas à Igreja Católica.
A Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão, também conhecida como Ordem do Templo, foi fundada no ano de 1118. O objetivo dos cavaleiros templários era supostamente proteger os peregrinos em seu caminho para a Terra Santa. Eles receberam como área para sua sede o território que corresponde ao Templo de Salomão, em Jerusalém, e daí a origem do nome da Ordem.
Segundo a história, os Cavaleiros tornaram-se poderosos e ricos, mais que os soberanos da época. Segundo a lenda, eles teriam encontrado no território que receberam documentos e tesouros que os tornaram poderosos. Segundo alguns, eles ficaram com a tutela do Santo Graal dentre outros tesouros da tradição católica.
Em 13 de outubro de 1307, sob as ordens de Felipe, o Belo (homem torpe e grande devedor de dinheiro para a Ordem e favores para o Grão-Mestre Jacques DeMolay, sendo este inclusive padrinho de seu filho) e com o apoio do Papa Clemente V, os cavaleiros foram presos, torturados e condenados à fogueira, acusados de diversas heresias.
A Igreja acusava os templários de adorar o diabo na figura de uma cabeça com chifres que eles chamavam Baphomet (a partir daí criou-se a crença de um demônio chifrudo), de cuspir na cruz, e de praticar rituais de cunho sexual, inclusive práticas homossexuais (embasado no símbolo da Ordem, que era representado por dois Cavaleiros usando o mesmo cavalo). O Baphomet tornou-se o bode expiatório da condenação da Ordem pela Igreja Católica e da morte de templários na fogueira que se seguiu a isto.

Origem da expressão "Baphomet"

A origem da palavra Baphomet ficou perdida, e muitas especulações podem ser feitas, desde uma corruptela de Muhammad (Maomé - o nome do profeta do Islã), até Baph+Metis do grego "Batismo de Sabedoria". Outra teoria nos leva a uma composição do nome de três deuses: Baph, que seria ligado ao deus Baal; Pho, que derivaria do deus Moloch; e Met, advindo de um deus dos egípcios, Set.
A palavra "Baphomet" em hebraico é como segue: Beth-Pe-Vav-Mem-Taf. Aplicando-se a cifra Atbash (método de codificação usado pelos Cabalistas judeus), obtém-se Shin-Vav-Pe-Yod-Aleph, que soletra-se Sophia, palavra grega para "sabedoria".
Todavia ainda existem fontes que afirmam uma outra origem do termo. Segundo alguns, o nome veio da expressão grega Baph-Metra( mãe-Metra ou Meter-submersa; Baph-em sangue. Ou seja, a Mãe de sangue, ou a Mãe sinistra). Grande parte dos historiadores que afirmam essa versão se baseiam no fato que o culto á cabeça esta relacionada com conjurações de entidades femininas.

Significados possíveis

Baphomet de Eliphas Levi



O símbolo do Baphomet é fálico, haja vista que em uma de suas representações há a presença literal do falo devidamente inserido em um vaso (símbolo claro da vulva). O Baphomet de Levi possui mamas de mulher e o pênis é metaforicamente representado por um Caduceu. Este tipo de simbologia sexual aparece com freqüência na alquimia (o coito do rei e da rainha), com a qual o ocultismo tem relação.
A figura do Baphomet também é relacionada as virgens que apresentavam anomalias em seus bustos. As virgens de 3 mamilos e as virgens de apenas 1 seio era tatuadas com a cabeça do Baphomet para que nenhum homem pudesse tocá-las. Diziam que as mulheres com tais anomalias genéticas eram amaldiçoadas.
Pode ser interpretado em seu aspecto metafísico, onde pode representar o espírito divino que "ligou o céu e a terra", tema recorrente na literatura esotérica. Isto pode ser visto no Baphomet de Eliphas Levi, que aponta com um braço para cima e com o outro para baixo (em uma posição muito semelhante a representações de Shiva na Índia). No ocultismo isto representaria o conceito que diz "assim em cima como embaixo".
Eliphas Levi lista as mais frequentes representações do Baphomet:
um ídolo com cabeça humana;
uma cabeça com duas faces;
com barba;
sem barba;
com a cabeça de um bode;
com a cabeça de um homem;
com a cabeça de um bode e o corpo de homem;
Muito embora várias tenham sido sua suposta representação, a única imagem de Baphomet encontrada em um santuário templário consta de uma cabeça humana com três faces, cada uma representando uma face de Deus (o Deus Judeu, o Deus Islâmico e o Deus Cristão). Hoje sabe-se que a figura do bode de Mêndes, a qual Eliphas Levi atribuiu o "posto" de Baphomet, não passa de uma figura ocultista que nada tem a ver com o Baphomet Templário.

Baphomet Por Eliphas Levi

Na classificação e explicação das gravuras de seu livro Dogma e Ritual da Alta Magia, Eliphas Levi classifica a imagem de Baphomet como a figura panteística e mágica do absoluto. O facho representa a inteligência equilibrante do ternário e a cabeça de bode, reunindo caracteres de cão, touro e burro, representa a responsabilidade apenas da matéria e a expiação corporal dos pecados. As mãos humanas mostram a santidade do trabalho e fazem o sinal da iniciação esotérica a indicar o antigo aforismo de Hermes Trismegisto: "o que está em cima é igual ao que está embaixo". O sinal com as mãos também vem a recomendar aos iniciados nas artes ocultas os mistérios. Os crescentes lunares presentes na figura indicam as relações entre o bem e o mal, da misericórdia e da justiça. A figura pode ser colorida no ventre (verde), no semicírculo (azul) e nas penas (diversas cores). Possuindo seios, o bode representa o papel de trazer à Humanidade os sinais da maternidade e do trabalho, os quais são signos redentores. Na fronte e embaixo do facho encontra-se o signo do microcosmo a representar simbolicamente a inteligência humana. Colocado abaixo do facho o símbolo faz da chama dele uma imagem da revelação divina. Baphomet deve estar assentado ou em um cubo e tendo como estrado uma bola apenas ou uma bola e um escabelo triangular.




lbert Pike (1809-1891) era um Brigadeiro General da Confederação na Guerra Civil Americana que, quase sozinho, foi responsável pela criação da forma moderna do Rito Escocês Antigo e Aceito. Abastado, literato e detentor de uma extensa biblioteca, foi o Líder Supremo da Ordem de 1859 até à data da sua morte em 1891, tendo escrito diversos livros de História, Filosofia e viagens, sendo o mais famoso “Moral e Dogma”.

O panfleto de lançamento do livro de Taxil pode-se ver Baphomet com algumas modificações e um avental maçônico cobrindo o falo. O livro “Os Mistérios da Franco Maçonaria” (lado esquerdo) descreve um grupo de maçons endiabrados que dançam ao redor do Baphomet puxado por um ex-padre, nada mais nada menos, que o famoso e falecido “Pai do Baphomet”, Eliphas Lévi (falecido em 1875). Leo Taxil ganhou muito dinheiro, inclusive do Vaticano, enganado todo tipo de crédulos.

Finalmente, em 19 de abril de 1897 em um salão de leitura, Taxil iria apresentar tal senhorita Vaughan, que na verdade nunca existiu, renunciando a Satã e convertendo-se ao catolicismo. A igreja ansiosamente aguardou tal apresentação. Na data o salão lotou de pessoas do clero católico, maçons e jornalistas.

Depois de um palavreado enorme, cheio de volteios, Taxil então finalmente revelou que nada tinha a revelar, porque nunca havia existido a tal “Ordem Palladium”. Foi um tumulto imenso. De fato, Gabriel Jogand tinha fabricado a história inteira como uma farsa monumental à custa da igreja. No final, foi chamada a polícia para os ânimos fossem controlados e tudo não acabasse em uma imensa briga e quebra-quebra. (Para ler a A Conferência de Leo Taxil na íntegra, clique http://www.guatimozin.org.br/artigos/taxil_confer.htm). Taxil morreu dez anos depois, em 1907, com 53 anos.

Em suma, Baphomet nasceu de uma lenda dos Templários, ganhou forma nas mãos de Eliphas Leví e foi associado à Maçonaria por Leo Taxil. E daqui, o resto é história.

A fraude, apesar de ter sido revelada por seu criador, continua e é aceita como “verdade absoluta e incontestável” por novas gerações de religiosos ignorantes (ou de má-fé). A Maçonaria é difamada por uma acusação absurda e também por aqueles que pensam ser religiosos corretos e acabam por perpetuar uma mentira inconscientemente

OS VERSOS DE OURO DE PITÁGORAS


INDEPENDENTE DO GRAU CADA MAÇON DEVE INTERPRETAR ESTE ENSINAMENTO DE ACORDO COM SEU PRÓPRIO CONHECIMENTO

OS VERSOS DE OURO DE PITÁGORAS
Honra em primeiro lugar os deuses imortais, segundo está estabelecido e ordenado pela lei.

Respeita e reverencia o juramento que fizeste.

Honra depois os gênios de bondade e de luz.

Respeita os sábios terrestres, rendendo-lhes o culto que legitimamente merecem.

Honra também teu pai, tua mãe e teus parentes próximos.

Escolhe por amigo, entre os homens, aquele que se distingue pela sabedoria e pela virtude.

Cede sempre às suas advertências e às suas orientações honestas e úteis.

Aproveita seus discursos suaves, e aprende com os atos dele que são úteis e virtuosos.

E não chegues a odiá-lo por um pequeno erro, ainda que possas.

Pois uma lei severa aproxima o poder à necessidade.

Saiba que todas as coisas são assim, logo acostuma-te a sobrepujar e vencer as paixões.

Seja moderado, ativo e casto; evita a cólera.

Não cometas jamais nenhuma ação vergonhosa, nem com os demais, nem contigo em particular.

Respeita-te a ti mesmo.

Observa a justiça em teus atos e em tuas palavras e não faças nada sem regra nem razão;

Seja justo. Lembra-te que, no futuro, morte virá a todos os homens;

E que os bens da fortuna e as honrarias são fáceis de adquirir e fáceis de perder;

E, de toda dor que ao homem está destinada; Suporta docemente a que te cabe; não te abales por isto;

Trata, no entanto, de remediá-la o quanto puderes. Pensa que o destino não envia a maior parte destes males às pessoas de bem.

Existem muitos tipos de pensamentos, bons e maus,

O filósofo os aprova ou condena, com prudência,

E se o erro triunfa, ele afasta-se.

Escuta e grava bem, dentro do teu coração, minhas palavras:

Que ninguém, nem por suas palavras, nem por seus feitos, te seduza jamais,

Levando-te a fazer ou a dizer o que não é útil para ti.

Consulta e delibera antes de agir, a fim de que não tenhas atitudes loucas.

Deixa aos tolos falar e agir sem razão ou reflexão.

Deves, no presente, contemplar o futuro, para que não te aflijas e não te arrependas.

Não faças nada que não saibas, Mas aprende tudo o que é preciso saber e desta forma levarás uma vida feliz.

Não te descuides, de forma alguma, da saúde do corpo.

Assim, dê a ele, com parcimônia, de comer e de beber e os exercícios que ele necessite.

Acostuma-te a viver de um modo adequado e sem luxo.

Evite fazer dívidas e não gastes além do necessário, como aquele que não conhece o que é bom e honesto.

Mas não sejas avarento nem mesquinho, porque a justa medida é excelente em todas as coisas.

Não faças senão aquilo que não possa prejudicar-te e raciocina antes de agir.

Não feches os olhos ao sono assim que te deites, sem examinar, pela tua razão, as ações do dia:

"Em que falhei? O que fiz? O que deixei de fazer que deveria ter feito?"

Começa pela primeira de tuas ações e continua por todas as demais.

Se neste exame percebes que falhastes, arrepende-te; se não, persevera.

Medita bem e pratica estas coisas, ama-as com toda tua alma,

Elas te colocarão no caminho da virtude divina.

Eu juro por Aquele que grava nos nossos corações

O Quaternário Sagrado, fonte da natureza, de curso eterno, o modelo dos deuses.

Não comeces a fazer nada sem antes pedir ajuda aos deuses, para que consigas terminar aquilo que iniciastes.

Instruído por eles, conhecerás a essência das coisas,

Conhecerás o princípio e o fim de tudo.

Saberás também que as leis da natureza, do Universo, são iguais para todos,

De sorte que não esperarás o que não deves esperar. Nada te será oculto neste mundo.

Saberás que os homens atraem para si, voluntariamente, por sua própria escolha, todos os seus males.

Miseráveis como são, não vêem nem entendem que os bens estão sempre perto deles.

Há muito poucos, entre eles, que conseguem libertar-se dos males.

Assim é a sina que cega os homens e que rouba o espírito. Semelhante ao cilindro,

Rocam daqui para lá, sempre envoltos por males sem conta,

Porque o funesto destino nascido com eles, e que os dirige, os agita sem que eles notem.

Em vez de provocá-lo e incitá-lo, deveriam fugir dele.

Deus! Vós os salvarias abrindo-lhes os olhos...

Mas não: a razão dos homens, cuja origem é divina,

Deverá discernir o erro da verdade,

A sagrada natureza mostrará os mistérios mais ocultos.

Homem sábio, homem honrado, observa minhas leis,

Deixa-te sempre guiar pelo entendimento que vem do alto

E, quando. depois de haver-te despojado do teu corpo mortal, fores recebido no ar puro e livre,

No seio dos imortais, serás um Deus.

O que é ser maçom?



1. É subir a Escada de Jacó pelas Iniciações da Vida sem ferir os Irmãos neste percurso;
2. É realizar o sonho de desbastar pelo pensamento e pelas ações as arestas dos vícios e da insensatez;
3. É socorrer o Irmão nas dificuldades, chorar com ele as suas angústias e saber comemorar a seu lado as suas vitórias;
4. E reconhecer nas viúvas e nos órfãos a continuidade do Irmão que partiu para o Oriente Eterno;
5. É ver na filha do Irmão a sua filha e na esposa do Irmão, uma Irmã, Mãe ou Filha;
6. É combater o fanatismo e a superstição sem o açoite da guerra mas com a insistência da palavra sã;
7. Ser modelo da eterna e universal justiça para que todos possam concorrer para a felicidade comum;
8. É saber conservar o bom senso e a calma quando outros o acusam e o caluniam;
9. É ser capaz de apostar na sua coragem para servir aqueles que o ladeiam, mesmo que lhe falte o próprio sustento;
10. É saber falar ao povo com dignidade ou de estar com reis e presidentes em palácios suntuosos e conservar-se o mesmo;
11. É ser religioso e político respeitando o direito da religião do outro e da política oposta à sua;
12. É permitir e facilitar o desenvolvimento pleno das concorrências para que todos tenham as mesmas oportunidades;
13 É saber mostrar ao mundo que nossa Ordem não é uma Sociedade de Auxílios Mútuos;
14. É estar dominado pelo princípio maior da TOLERÂNCIA suportando as rivalidades sem participar de guerras;
15. É abrir para si e permitir que outros vejam e o sigam, o Caminho do Conhecimento e da Iniciação;
16. É conformar-se com suas posses sem depositar inveja nos mais abastados;
17. É absorver o sacerdócio do Iniciado pela fé no Criador, pela esperança no melhoramento do homem e pela caridade que abrir-se-á em cada coração;
18. É sentir a realidade da vida nos Sagrados Símbolos da Instituição;
19. É exaltar tudo o que une e repudiar tudo o que divide;
20. É ser obreiro de paz e união, trabalhando com afinco para manter o equilíbrio exato entre a razão e o coração;
21 É promover o bem e exercitar a beneficência, sem proclamar-se doador;
22. É lutar pela FRATERNIDADE, praticar a TOLERÂNCIA e cultivar-se integrado numa só família, cujos membros estejam envoltos pelo AMOR;
23. É procurar inteirar-se da verdade antes de arremeter-se com ferocidade contra aqueles que julga opositores
24. É esquivar-se das falsidades inverossímeis, das mentiras grosseiras e das bajulações humanas;
25. É ajudar, amar, proteger, defender e ensinar a todos os Irmãos que necessitem, sem procurar inteirar-se do seu Rito, da sua Obediência, da sua Religião ou do seu Partido Político;
26. É ser bom, leal, generoso e feliz, amar a Deus sem temor ao castigo ou por interesse á recompensa;
27 E manter-se humilde no instante da doação e grandioso quando necessitar receber;
28. É aprimorar-se moralmente e aperfeiçoar o seu espírito para poder unir-se aos seus semelhantes com laços fraternais;
29. É saber ser aluno de uma Escola de Virtudes, e Amor, de Lealdade, de Justiça, de Liberdade e de Tolerância;
30. É buscar a Verdade onde ela se encontre e por mais dura que possa parecer;
31 É permanecer livre respeitando os limites que separam a liberdade do outro;
32. É saber usar a Lei na mão esquerda, a Espada na mão direita e o Perdão à frente de ambas;
33. É procurar amar o próximo, mesmo que ele esteja distante, como se fosse a si mesmo.

Colaboração de Jorge Melo para o nosso Blog

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Tempo de reflexão

Agora estamos de férias , estão chegando as festas e já nos despedimos dos obreiros nossos irmãos para o tempo merecido de descanso .
Todos nós sabemos que tudo que aconteceu em nossas vidas maçônicas neste ano nos trouxe experiência e mais vivência dentro da maçonaria , portanto é preciso refletir a respeito do que foi aprendido , vamos aproveitar esse momento e pensar em tudo aquilo que nos tocou e vamos levar para o próximo ano as nossas conciências arejadas e a alma lavada , deixe nesses dias de tranquilidade o verdadeiro espirito maçônico  entrar na sua vida , sabemos que tudo que fazemos na maçonaria é simbólico , mas as verdadeiras realizações que se devem aprender são as filosóficas que através do simbolismo chegam ao nosso espirito ...

                                                    Flávio Minghini

Correio Brasileiro



Vendo as fotos acima percebemos como a influência maçônica é forte dentro da sociedade e das instituições , nos selos dos correios brasileiros de 2004 pode-se ver no primeiro a referência simbolica das luzes da loja e no segundo a transformação do aprendiz ...

                                                           Flávio Minghini

O simbolismo de Pinóquio


Carlo Collodi escreveu em 1882 um livro chamado “As Aventuras de Pinóquio”, na que conta a história de um velho Mestre artesão que construiu um boneco de madeira.

Esta história simples é salpicada com considerações de ordem moral e da evolução da pessoa que faz a história de um relato iniciatico, em que Pinóquio se vai desprendendo de seus muitos defeitos e se tornar um verdadeiro ser humano, uma criança neste caso.
Poucas pessoas sabem que o Pinóquio, o boneco de madeira saiu da mente e da criatividade do escritor italiano Carlo Collodi, não é um conto de fadas. Na verdade, seu comprimento é um romance, mas sua trama infantil suspeita é nada mais do que o veículo através do qual Collodi destina-se a entregar uma mensagem profundamente espiritual, iniciático, esotérico e desenvolvimento pessoal.

Na verdade, a primeira coisa que gostaria de salientar é que o autor, Carlo Collodi, foi um membro da Ordem Maçônica, uma instituição que guarda e estuda as antigas tradições herméticas atribuídas a Hermes Trismegistus e é considerada a mais importante instituição esotérica hoje.
Walt Disney, que esta história imortalizada no filme de animação e cujos desenhos representam mais do que qualquer outro o boneco e os outros personagens, também foi um irmão maçom.

No contexto conturbado da re-unificação italiana, liderada por outro irmão, José Garibaldi, Collodi escreveu “As Aventuras de Pinóquio”, publicado em 1882. Uma análise superficial do trabalho revela uma apologia para a educação e uma denúncia do vício e da ociosidade. Ideais próprios da cultura ocidental, mas são inevitáveis mandato para encomendas para as ordens esotéricas.

Vamos rever a história, e marcar em negrito algumas palavras que são muito esclarecedoras do ponto de vista esotérico e maçônico em particular: Gepetto, um velho mestre que usa o avental, sempre sonhou em ter uma criança, de modo que, ao ver brilhar mo céu a Estrela Azul fervorosamente pediu que seu desejo fosse concedido (este é entrar em contato com um maior nível de consciência). Naquela noite, enquanto dormia Gepetto, apareceu a Fada Azul e deu vida ao boneco advertiu a se comportar bem para se tornar um menino de verdade (o compreendemos a partir da idéia de ser um homem de verdade, outra idéia inspiradora das escolas de iniciaticas). Para aconselhamento sobre seu comportamento chamou o Grilo Falante com sua consciência (o trabalho consciente de desenvolvimento pessoal é também um ideal hermético).

Não nos esqueçamos de que Pinóquio foi trabalhado à mão pelo carpinteiro que o elaborou a partir de um pedaço de madeira, criando mesmo um boneco muito bom, graças ao seu esforço (na Maçonaria se trabalha para dar forma a uma pedra).

Gepetto construindo Pinóquio
Os fios que movem o destino dos bonecos são semelhantes aos fios do destino que movem as pessoas, daqui para lá e vice-versa quando desenvolvemos a consciência. Assim, então, Pinóquio com falta de consciência e surdos aos ensinamentos do Grilo Falante (outro mestre) provou ser amoral e estúpido. Poderia dizer que Pinóquio estava vivo, mas ainda não tinham livre arbítrio estava dormindo, não usava a sua consciência, desconhecia o sendero da virtude e a libertação, foi uma espécie de “morto vivo”.

O esoterismo ensina que, infelizmente, a maioria dos seres humanos são como Pinóquio, eles seguem o caminho mais fácil e não sabe que existe algo melhor, algo que nos conecta com níveis mais elevados de consciência.

Um pesquisador maçônico, que estudou o assunto, disse: “A verdade é que existem apenas dois tipos de homens em todo o mundo: os poucos que já perceberam o esquema divino poderoso, e as imensas massas que ainda não conhece. Os últimos vivem para eles mesmos, e estão muito escravizados por suas paixões; os primeiros vivem para Deus e para a evolução, que é a Sua vontade, se eles são chamados Budistas ou hindus, muçulmanos ou cristãos, ou pensadores judeus.
…Pinóquio é o escravo de seus “eus”, este é um ego hipertrofiado produto de distintos vícios que foram acumulados. Suas mentiras fazê-lo crescer o nariz e as orelhas de burro depois. Esta é uma alegoria física de todos os agregados psíquicos que o acompanham.

Pinóquio e Grilo Falante
Uma e outra vez, Pinóquio, pela lei de causa e efeito, sofre as conseqüências de suas más ações, que o conduzem a uma vida desgraçada, onde o boneco paga com o sofrimento do karma que há sido gerado. Quando a vida de Pinóquio não poderia ser mais insuportável, é engolido por uma baleia.
Este episódio, que evoca claramente a história bíblica de Jonas, vem a ser no simbolismo maçônico a câmara de reflexões que representa a descida ao centro da terra. Que viveu até o próprio Jesus, se acreditarmos nas palavras de Mateus 12:40: “Pois assim como Jonas esteve no ventre do grande peixe por três dias e três noites, assim estará o Filho do Homem no seio da terra três dias e três noites “. Não se esqueça que o Filho do homem, também, como o Pinóquio, o filho de um Mestre carpinteiro.
Como acontece com qualquer tradição esotérica válida é a morte mística, à luz de uma vela, Pinóquio medita sobre o seu destino e decide mudar, deixando para trás seu passado de inconsciência. Finalmente o boneco é expelido pela baleia para o mar, onde a água atua como um purificador, limpando interna e externamente a Pinóquio.
Diz-se que quando alguém está imerso em uma corrente de água, renasce para uma nova vida. Esta prática é comum em muitas tradições religiosas e do batismo cristão. Maçônico tem a ver com a lenda do terceiro grau e o Mar de bronze.
Pinóquio, no entanto, não sobrevive à fúria do oceano e, finalmente, se afoga. Esta morte do boneco equivale à morte mística do profano ao ser iniciado. Nas palavras do Evangelho lembra a sentença que está em João 3:3-10: “Em verdade te digo que, se alguém não nascer de novo não pode ver o Reino de Deus (…) quem não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus”.
Ao retornar à vida, Pinóquio vai para um estado mais elevado, que vai adquirir uma humanidade plena (para ser um menino de verdade).
Vale a pena ver “Pinóquio” e descobrir o profundo conteúdo simbólico e iníciatico de este trabalho. Especialmente recomendado para aqueles que pertencem a instituições herméticas filosófica como a Ordem Maçônica, Rosa Cruz, Gnósticos, Teosófica, Antroposófica Biosófica, Metafísicas e similares.
Mas para o resto dos mortais, que tentamos manter uma vida digna, enquadrada nos limites moral mais ou menos estável, a aventura de Pinóquio também tem muito a dizer, sobretudo porque o boneco se parece muito como nós.
Se você acha que nós podemos dizer o quanto à história de Pinóquio corresponde com a evolução dos seres humanos para alcançar a plena realização da “humanidade”, como seres humanos completos e particularmente com a nossa própria evolução como maçons.     TFA  

                                                                                       Postado por" Tadeu Coqueiro"

 

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

FOTOS DA FESTA DE CONFRATERNIZAÇÃO

Neste Sábado dia 17 tivemos a nossa festa de fim de ano que reuniu todas as lojas de Lauro de Freitas. veja alguns momentos...

Mensagem de Natal



Natal somos nós meus irmãos, quando decidimos nascer de novo, a cada dia, nos transformando. Somos o pinheiro de natal quando resistimos vigorosamente aos tropeços da caminhada. Somos os enfeites de natal quando nossas virtudes, nossos atos, são cores que adornam. Somos os sinos do natal quando chamamos, congregamos e procuramos unir. Somos luzes do natal quando simplificamos e damos soluções. Somos presépios do natal quando nos tomamos pobres para enriquecer a todos. Somos os anjos do natal quando cantamos ao mundo o amor e a alegria. Somos os pastores de natal quando enchemos nossos corações vazios com Aquele que tudo tem. Somos estrelas do natal quando conduzimos alguém ao Senhor. Somos os Reis Magos quando damos o que temos de melhor, não importando a quem. Somos as velas do natal quando distribuímos harmonia por onde passamos Somos Papai Noel quando criamos lindos sonhos nas mentes infantis. Somos os presentes de natal quando somos verdadeiros amigos para todos. Somos cartões de natal quando a bondade está escrita em nossas mãos. Somos as missas e cultos do natal quando nos tomamos louvor, oferenda e comunhão. Somos as ceias do natal quando saciamos de pão, de esperança, qualquer pobre do nosso lado. Somos as festas de natal quando nos despimos do luto e vestimos a gala. Somos sim, a Noite Feliz do Natal, quando humildemente e conscientemente, mesmo sem símbolos e aparatos, sorrimos com confiança e ternura na contemplação interior de um natal perene que estabelece seu Reino em nós.
Obrigado ó G:.A:.D:.U:. !
 Por vossa luz, perdão e compreensão. Feliz Natal,  Meus Irmãos !

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Frases de Aristóteles - 384 A.C. a 322 A. C.




Frases de Aristóteles

"O verdadeiro discípulo é aquele que consegue superar o mestre."
"A principal qualidade do estilo é a clareza."
 
"O homem que é prudente não diz tudo quanto pensa, mas pensa tudo quanto diz."
 
"O homem livre é senhor de sua vontade e somente escravo de sua própria consciência."
 
"Devemos tratar nossos amigos como queremos que eles nos tratem."
 
"O verdadeiro sábio procura a ausência de dor, e não o prazer."

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Pensamento do dia!



" A maior necessidade do mundo é de Homens. Homens que não podem ser comprados nem vendidos. Homens honestos no mais íntimo de  seus corações.Homens que não  temem chamar o pecado  por seu nome. Homens cuja conciencia é tão fiel ao dever como a agulha magnética do polo. Homens que fiquem com o direito embora o céu caia. E o objetivo de uma loja maçónica é criar tais homensAlbert Eyler    -  Grão Mestre da Pensilvânia  Brçs. jf.


                                           Indicada pelo irmão Jose Fernandes

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Entendendo o Companheirismo



A Maçonaria, como a nossa vida profana, é feita de etapas. Umas difíceis, outras menos difíceis, umas lentas, outras menos lentas. Uma coisa é certa, a superação dessas etapas é pela aquisição de novos conhecimentos e nem por isso tornam-se elas mais fáceis. O grau de dificuldade continua o mesmo, pois são sempre etapas novas e o novo, por ser desconhecido, é sempre difícil de ser vencido.
Na minha infância, uma das virtudes que mais me foi enfatizada foi a da responsabilidade de buscar sempre a melhoria do meu eu.
Hoje, sinto-me mais tranqüilo. Sou conhecedor de parte dos meus limites, mas isso não me faz perder a noção do que represento e do quanto sobre a minha pessoa recai a necessidade de seguir os bons exemplos e praticá-los, sempre que possível.
Quando acima digo sinto-me mais tranqüilo, não estou utilizando-me de uma possível pretensão. Simplesmente quero dizer que maior é a responsabilidade de quem ensina e encontra-me ainda na fase do aprendizado.
Recordo-me que meu pai, quando em família, sempre disse: “Os filhos hão de ter sempre um guia, para que o seguindo não se afastem dos bons caminhos”.
Por isso meus Irmãos, a etapa de Companheiro é extremamente significativa, pois é nela que se adquiri “peças” de um mosaico que mais tarde vai definir o que é ser um Mestre.
Um homem não se faz, se cria.
Os Mestres são totalmente responsáveis por essa criação, pois são eles é que vão determinar quem serão os Mestres do amanhã.
A Maçonaria simbólica é dividida em três etapas: Aprendiz, Companheiro e Mestre. Nossas vidas também são divididas em três etapas: Infância, Adolescência e Maturidade.
Quando traço o paralelo entre o grau de Aprendiz e a Infância fala do início da vida. É nessa etapa da vida que adquirimos nossas virtudes. Captamos bons e maus exemplos. Se fizermos parte de uma família, no sentido correto da palavra, absorveremos somente os bons exemplos.
Não é por acaso que, quando ainda Aprendiz, somos incessantemente levados a entender o que vem a ser o “desbaste da pedra bruta”.
Como na Infância não sabemos ler nem escrever, só nos compete a absorção de ensinamentos e entender o que é bom ou ruim, o que é demais ou pouco, e assim por diante.
Nesta fase estamos trabalhando o nosso interior. A tendência é de que uma criança bem criada venha a tornar-se um bom homem, um Aprendiz bem conduzido venha a tornar-se um excelente Mestre.
Quando chegamos ao grau de Companheiro ou a Adolescência, estamos diante de outro grau de dificuldade.
Neste momento continuamos a buscar exemplos e passamos a ser, nós próprios, exemplos. Continuamos a nos mirar nos Mestres, mas também já somos vistos pelos Aprendizes. Deparamo-nos com coisas antes não imaginadas, as quais nos fazem, às vezes, achar que já somos alguma coisa ou alguém.
No Ritual de Companheiro, quando do ensinamento da Marcha, talvez ali esteja a grande filosofia desse grau. No meu entendimento, os passos laterais querem dizer que, quando nesta fase, temos que encontrar ou buscar o novo ou novas respostas, mas não devemos nos afastar da linha reta de onde partimos. Um passo para direita compensado por outro para a esquerda.
Imaginem meus Irmãos, apresentarmos uma novidade a alguém que ainda não tem o devido controle sobre si mesmo ou não esteja preparado para entendê-la. Podemos estar acordando esse alguém para alguma coisa não desejada nem por nós nem por ele próprio.
A Adolescência é a fase da rebeldia, é quando achamos que somos. É quando temos acesso a parcos conhecimentos e achamos que já podemos utilizá-los.
Enganam-se os que assim pensam. Como na Adolescência, o Companheiro pode e deve ter acesso a novos conhecimentos, mas a sua maior sabedoria será em assimilá-las e armazená-las para utilizá-las conforme as situações futuras.
Quando Aprendiz, trabalhamos o nosso interior e quando Companheiro nos voltamos para o conhecimento exterior.
Coloquemos os dois tipos de conhecimento, interior e exterior, a disposição de quem não sabe utilizá-los e provavelmente não chegaremos a um bom homem.
Por isso, o grau de Companheiro não nos coloca somente diante de novos conhecimentos. Ele nos coloca diante de um maior ensinamento que é o do controle do homem sobre si mesmo. Os que conseguem essa felicidade, quando chegarem a Maturidade ou ao Mestrado, terão a plena consciência e certeza do momento certo do uso desses conhecimentos.
Na Infância aprendemos, na Adolescência conhecemos, na Maturidade usamos e ensinamos. Como Aprendiz absorvemos como Companheiro aprendemos a controlar, como Mestre espargimos ou doamos a energia e os conhecimentos acumulados.
Em nossas instruções de Companheiro alguns detalhes marcaram um pouco mais e talvez sejam eles os determinantes para que possamos entender o conteúdo desse grau.
A Maçonaria nos coloca fazendo parte de Colunas ou grupos e é a interação dessas Colunas que fazem o homem chegar próximo da perfeição.
Podemos dizer que da junção da Coluna do Norte, simbolicamente representante da Força e Força é igual a Energia, com a Coluna do Sul, simbolicamente representante da Estabilidade, e Estabilidade é igual a Controle, faremos surgir algo quisto pelo Grande Arquiteto do Universo, ou seja, o homem criado a sua imagem e semelhança.
As Colunas são as representações do físico e do espiritual, do real e do sacerdotal. São elas que juntas, e em perfeito equilíbrio, virão a dar representação ao Maçom.
Quando da elevação, o Iniciado já não tem mais os olhos vendados. Simbolicamente começa a ver mais do que a si próprio, começa a ter acesso ao que esta a sua volta.
Começa a utilizar os seus sentidos, que são: a visão, a audição, o tato, o olfato e o paladar.
O homem para conhecer bem e ter o domínio perfeito das coisas precisa impregnar-se do que o Grande Arquiteto do Universo criou e lhe oferece, utilizando-se dos seus sentidos.
São eles as ferramentas utilizadas pelo homem para não deixar nada do que esta a nossa volta passar despercebido. São eles que transmitem imediatamente esses dados ao nosso armazenador de conhecimentos, que é o cérebro.
Os sentidos estão no inicio de uma cadeia, estão na ponta do que podemos chamar de captação de energia exterior.
O conhecimento humano nada mais é do que o acúmulo de tudo o que os sentidos puderam captar.
No grau de Companheiro começamos a enxergar, começamos a ter acesso ao exterior, começamos a conhecer.
Neste mesmo grau nos são apresentadas as chamadas artes liberais, definidas em nossos rituais como sendo: a Gramática, a Retórica, a Lógica, a Aritmética, a Geometria, a Astronomia e a Música.
Para o Maçom o uso das artes liberais tem a função de projetar os conhecimentos de forma ordenada. Elas são os instrumentos utilizados para uma avaliação do que foi possível assimilar e/ou funcionam como um correio do que o homem pode fazer por si próprio, pelos Irmãos e pela Humanidade.
Formada a cadeia, que começou pelo auto polimento, passou pela absorção ou acúmulo e chegou ao ordenamento de conhecimentos, nós podemos tentar começar a entender o que é a verdade.
Baseado nos meus ainda pequenos conhecimentos poderia dizer que a verdade para o homem é como a impressão digital. Cada um tem a sua. Tudo depende da forma como vamos, ouvimos, sentimos ou entendemos e que nos é chegado.
A Vida é uma verdade, e o homem a vive e transforma de acordo com suas boas e mais virtudes.
A única verdade que independe de qualquer outra coisa e a qual o homem não tem ingerência é a do conhecer. Cumprimos as etapas de nossas vidas aprendendo e aprendemos até o fim.
E o que nos define como Maçons são os bons conhecimentos que acumulamos e as boas atitudes que praticamos.
São as únicas coisas que nos fazem bem e que podemos transmitir ou deixar aos nossos semelhantes.
Por isso, ao Companheiro compete a diligência pessoal na busca do conhecimento e a aptidão freqüente à prática do bem.

Mestre Maçom Robson C. Cerqueira Ferreira

A Visão de um Aprendiz


Meus Irmãos, após esta pequena jornada, me foi solicitado à feitura de um trabalho com fim a divulgar o que este Aprendiz compreendeu e assimilou.
Optei em ser o mais breve possível, primeiro a não lhes tomar o tempo e em segundo a não cometer um grande número de erros possíveis.
Observei, após as sete instruções que me foram passadas, que cada uma delas me transmitia conhecimentos gerais e específicos.
Gerais quando me passaram ensinamentos a respeito da ritualística e dos símbolos utilizados nos Templos, específicos quando me dirigiam palavras às quais tem por fim desenvolver e melhorar na essência a cada um de nós.
Como todo Aprendiz fui alojado na Coluna do Norte, local onde ficam expostos as Pedras Brutas a espera dos primeiros ensinamentos e na esperança do aperfeiçoamento.
Quando em minha primeira instrução me foi transmitido a expressão “... compete ao Aprendiz Maçom o trabalho de desbastar a Pedra Bruta...” em um primeiro raciocínio perguntei-me: “Desbastar-me a mim mesmo?!”.
O tempo passou e me veio outra pergunta: “Quando fui aceito e iniciado já teria eu as características de um Maçom?”.
Essas perguntas não devem ser respondidas por este Aprendiz, pois se o fizesse, acredito que, estaria interferindo em meus progressos.
Agora com certeza, não é qualquer Pedra Bruta que pode vir a ser exposta na Coluna do Norte.
O desbaste da Pedra Bruta simbólica que é, consiste, no meu entender, na manutenção e o aprimoramento dos valores que o homem traz dentro de si, os quais estando em estado de harmonia o transportam á próximo da Perfeição, e também na erradicação, ou tentativa desta, dos seus vícios e vontades.
Digo “... tentativa de erradicação...”, pois vemos que alguns Irmãos não chegam a resultados positivos e em vez de continuarem tentando, preferem nos abandonar e acabam abandonando-se a si próprios.
Quando digo “... próximo da Perfeição...”, estou tentando dizer que o polimento da Pedra Bruta para nós homens é infindo. Para esta afirmação baseio-me no que está escrito no próprio Livro Sagrado: “E Deus fez o homem a sua imagem e semelhança”. No entender deste Aprendiz a palavra semelhança quer dizer parecido, ou seja, não é igual,
existem diferenças. Por isso só podemos chegar próximo da Perfeição, pois só o Grande Arquiteto do Universo é perfeito.
 Baseando-me no fato de que ao transpor da Coluna do Norte para a do Sul, ou seja, saindo da Pedra Bruta para a Polida, entendo que as instruções ministradas foram degraus alcançados na tentativa do meu aperfeiçoamento. Os valores e as virtudes me foram apresentados e cabe somente a minha pessoa mantê-las e aperfeiçoa-los.
Dentre os quais entendi como ensinamentos, específicos, foi solicitado explorar sobre fraternidade e solidariedade, e ambos não são tão ou mais importantes que outros valores ou virtudes, mas com certeza fazem parte de um conjunto que sem a presença delas não permite que o homem saia da Pedra Bruta para a Polida, ou seja, sem elas não existe o início do aperfeiçoamento.
Na língua portuguesa a expressão “fraternidade” significa, entre outras definições, “a união ou convivência como de irmãos”, e a expressão “solidariedade”, da mesma forma, tem como uma das suas definições “o sentido moral que vincula o indivíduo à vida, aos interesses e as responsabilidades dum grupo social, duma nação ou da própria humanidade”.
No entendimento deste Aprendiz, cada um dos Irmãos é uma parte desta Loja e se para erguer essa construção temos que ser iguais, como se “tijolos” fossemos, também temos que estar juntos, e para estarmos juntos temos que conviver como Irmãos, daí ter que ser fraternos.
Para sermos fraternos temos que respeitar o direito dos outros, tratarmos a todos da mesma forma e não contermos alguns vícios que nos levem, principalmente, a comparações, como por exemplo: a inveja, o orgulho, a vaidade.
Quanto à solidariedade, esta é uma das virtudes de maior amplitude, pois vai desde a participação em uma sociedade até a ajuda a uma situação de infelicidade de outrem.
Ser solidário requer vontade própria e não se deve esperar ou exigir reciprocidade. A solidariedade tem que ser espontânea, é o homem ao lado do seu próximo pronto a lhe dar a mão seja de forma material, espiritual ou pessoal.
Em nossas instruções, mas precisamente na segunda, está escrito que devemos ser solidários para com os Irmãos, mas não somente com os Irmãos, que devemos ser solidários com todos os Irmãos e profanos, resguardando-se os nossos limites. Pois bem, acredito que a solidariedade é uma das virtudes mais bonitas, pois ela quando utilizada não pede que se determine a quem, mas o porquê, pois só se é solidário a quem precisa.
Enfim, estamos diante de duas virtudes que devemos exercitar exaustivamente entre os Irmãos, mas devemos exercitá-las com os profanos também, pois só assim além de desmistificar a nossa Instituição daremos chance a todos de conhecer e aprender sobre as virtudes que nos definem como Maçons, mas que deveriam ser exercidas por todos os homens.


Mestre Maçom Robson C. Cerqueira Ferreira